Ainda com dúvidas sobre sua dívida?

Entenda como funciona a negociação, quais são os riscos do seu contrato e o que pode ser feito para evitar a perda do seu veículo.

DÚVIDAS

Frequentes

Tire suas dúvidas sobre a dívida, o contrato e as possibilidades de negociação.

Sim. O que impede o crédito, na maioria dos casos, não é a existência de um contrato ou
negociação, mas a situação atual da dívida. Ao reestruturar ou quitar o contrato, a tendência é que o
crédito seja normalizado, especialmente quando há regularização do débito e organização financeira.

Na maioria dos casos, não. A chamada “entrega amigável” não quita automaticamente a
dívida. O veículo é leiloado e, muitas vezes, o valor não cobre o saldo total, gerando uma dívida
remanescente. Ou seja: o cliente pode perder o veículo e ainda continuar devendo. Por isso, cada caso
deve ser analisado antes de qualquer decisão.

Alguns sinais indicam isso:

● valor total muito acima do bem financiado;
● dificuldade de reduzir o saldo mesmo pagando;
● encargos elevados ao longo do tempo.
A análise técnica do contrato é o que permite identificar, com precisão, se há distorções e
como utilizá-las na negociação

O pagamento da dívida é sempre feito diretamente à instituição financeira. A Destrava
atua na análise e condução da negociação, não recebendo valores destinados ao banco.

Depende do cenário do contrato e do estágio da dívida. Negociações estruturadas
exigem estratégia e timing, especialmente quando envolvem redução significativa de valores. Por isso, não trabalhamos com prazos irreais, mas com construção de solução consistente

A atuação precisa ser imediata. Analisamos o estágio da dívida e definimos a melhor
estratégia para tentar evitar a apreensão ou lidar com a situação da forma mais favorável possível. Cada caso exige uma abordagem específica.

Sim. Mesmo com processo em andamento, ainda existem alternativas — seja na
negociação da dívida, seja na atuação jurídica. O importante é agir rapidamente, pois o tempo
influencia diretamente nas possibilidades.

A atuação principal é estratégica e negocial, com foco na análise do caso e na condução
de soluções eficazes junto às instituições financeiras. Quando necessário, a via judicial é adotada de forma direcionada e fundamentada, sempre alinhada às particularidades de cada situação.

Não existe garantia padrão, porque cada contrato possui características próprias. O que
existe é uma análise técnica e uma atuação estratégica voltada à busca da melhor condição possível dentro do cenário do cliente.

Não de forma automática. Por isso, a negociação precisa ser conduzida com estratégia, considerando o momento da dívida, o contrato e a situação do cliente

Sim. Se não houver uma atuação direcionada, o banco pode seguir com a cobrança e a
apreensão. Por isso, agir com estratégia faz toda a diferença.

Porque o contrato foi estruturado para gerar lucro ao banco ao longo do tempo. Sem
uma análise técnica, o cliente continua pagando sem conseguir reduzir o saldo de forma significativa.

Quando bem conduzida, sim. Uma negociação estratégica pode alterar significativamente as condições da dívida, tornando o pagamento viável e evitando medidas mais agressivas por parte do banco.